SINOPSE
Apresentando o Desenho Universal para a Aprendizagem, a obra propõe uma abordagem ética e pedagógica à diversidade nas escolas. Com foco no direito à educação inclusiva, argumenta que a exclusão está no currículo rígido, não nos alunos. Fundamentos legais e neurocientíficos sustentam o DUA como um modelo de design preventivo, promovendo práticas que transformam princípios em ações concretas.
Explorando as três redes cerebrais — engajamento, representação e ação/expressão —, a narrativa sugere estratégias para eliminar barreiras cognitivas e emocionais. A proposta visa uma mudança na identidade docente, de meros transmissores de conteúdo a designers de experiências de aprendizagem inclusivas e humanizadoras.