SINOPSE
A pandemia de COVID-19 evidenciou a falta de planejamento governamental diante de crises previstas por especialistas. A formulação de políticas de longo prazo enfrenta desafios, já que os benefícios se manifestam apenas no futuro, enquanto os recursos precisam ser alocados no presente. Em democracias liberais, a pressão política e o ciclo eleitoral intensificam essa dificuldade, levando a uma priorização do imediato.
No entanto, diversas iniciativas de longo prazo foram implementadas em Portugal, demonstrando que é viável governar com foco nas próximas gerações. A análise dessas medidas revela os fatores que influenciam sua adoção ou rejeição.