SINOPSE
Explorações profundas revelam a relação ancestral entre indígenas e a flora amazônica, destacando os povos Noke Koî e Yawanawa, que habitam a região do rio Juruá. As práticas xamânicas e as ontologias presentes nas aldeias são conectadas à revitalização cultural, onde plantas como a ayahuasca e o tabaco desempenham papéis centrais. Essas interações moldam um espaço ritual genuíno, refletindo as cosmovisões que permeiam a cultura indígena.
O foco recai sobre a importância das plantas, especialmente aquelas que compõem a poção ritualística, revelando um mundo muitas vezes ignorado. A narrativa busca inverter perspectivas, oferecendo uma visão acessível e instigante sobre a complexa relação entre humanos e plantas na Amazônia contemporânea.