SINOPSE
Explorando a influência do conceito de “homem cordial” no comportamento judicial brasileiro, a narrativa investiga como traços culturais, como patriarcado e autoritarismo, moldam decisões e comprometem princípios como imparcialidade e igualdade. A transição do positivismo para o neoconstitucionalismo é analisada, revelando novos desafios, incluindo justificativas que reforçam desigualdades no direito.
Um estudo de caso sobre o julgamento do Recurso Especial nº 1.657.156-RJ ilustra a cordialidade judicial, destacando a falta de parâmetros normativos claros. A superação dessa cordialidade é apresentada como essencial para decisões mais racionais e democráticas.