SINOPSE
Palavras enigmáticas de adolescentes revelam uma questão contemporânea: a automutilação. Por que a dor pode parecer um alívio? Esses jovens expressam verdades paradoxais, ocultas e visíveis nas marcas que carregam. A dor, intensa e autoinfligida, clama por atenção e reflexão, convidando à escuta e ao entendimento do enigma que a envolve.
É fundamental reconhecer a dignidade dessa dor, validando a experiência do outro e promovendo um diálogo humano. Através das vivências de nove adolescentes, a narrativa busca transformar o sofrimento em uma história que ressoe e conecte, iluminando a complexidade da dor na adolescência.