SINOPSE
Uma reflexão profunda sobre a relação com algoritmos e métricas que moldam nosso tempo e atenção. O cansaço que sentimos pode ser um sinal de um estilo de vida marcado pelo controle e pela hiperprodutividade. Em vez de soluções convencionais de autocuidado, a proposta é uma jornada para redescobrir a leveza como uma prática crítica, buscando no brincar uma forma de resistência.
Essa abordagem combina crítica social e sensibilidade narrativa, oferecendo um manifesto que convida a repensar a eficiência e a reencantar a vida. A verdadeira salvação pode estar em aprender a flutuar.