SINOPSE
Uma menina, entre a lógica confusa da infância e os silêncios que cercam os adultos, cria sua própria geografia do mundo. Para ela, além da cidade e do mapa, existe apenas um precipício. A partir dessa visão, a narrativa entrelaça memórias, deslocamentos e descobertas, revelando a beleza poética do cotidiano e transformando o vazio em um espaço rico de significados.
Essa crônica explora a infância como uma maneira de entender e reimaginar a realidade, mostrando como a percepção infantil pode dar novos sentidos ao que nos rodeia.