SINOPSE
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A crítica sistêmica da esquerda enfrenta um momento de fragilidade, especialmente diante do avanço do conservadorismo e da intolerância. A valorização de horizontes utópicos e alternativas sociais é essencial para revitalizar as lutas contemporâneas. No contexto brasileiro atual, o debate sobre Bem Viver, decrescimento e ecofeminismo oferece novas perspectivas para uma esquerda que busca se reinventar.
As crises interconectadas que vivemos exigem soluções que vão além de abordagens unidimensionais. A superexploração e o consumismo exacerbado são reflexos de um sistema que prioriza o lucro em detrimento da natureza e da igualdade social. Construir alternativas sistêmicas implica enfrentar não apenas o capitalismo, mas também o patriarcado e o antropocentrismo, promovendo um diálogo entre diversas realidades e experiências sociais.
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