SINOPSE
Analisando os processos de colonização imperialista, é possível perceber como valores fundamentam justificativas para genocídios e lutas por liberdade. A distinção entre ética e moral nas relações de poder é essencial, especialmente quando se observa a presença de uma ética em sistemas que geram exclusão e exploração. Questões sobre a legitimidade de valores que sustentam práticas como racismo e machismo emergem, levantando dúvidas sobre a existência de uma ética para opressores e oprimidos.
Num cenário onde o capital e o consumo são vistos como sinônimos de felicidade, o individualismo e o egoísmo prevalecem, enquanto a solidariedade é negligenciada. Esse contexto torna o debate ético uma urgência, exigindo reflexão sobre a responsabilidade em relação à dignidade humana e ao bem-estar coletivo.