SINOPSE
Avançando sobre o terreno árido da autonomia, este segundo volume explora a recusa como ponto de partida e a soberania como teste de resistência. Os fragmentos apresentados desafiam as convenções, despindo o pensamento das ‘bengalas intelectuais’ que oferecem abrigo em troca de obediência.
A proposta é reafirmar o saber não como mero acúmulo acadêmico, mas como uma ferramenta de insubmissão. Convida o leitor a sustentar o direito à sua própria distância, enfrentando a vaidade dos deuses de barro e a indiferença do real com coragem e autenticidade.