SINOPSE
Discutir a superdotação feminina revela uma realidade muitas vezes ignorada, onde a inteligência é historicamente associada ao gênero masculino. No Brasil, a invisibilidade da superdotação é ainda mais acentuada entre mulheres, especialmente negras e indígenas, que enfrentam estereótipos e barreiras sociais que as marginalizam. A análise interseccional é fundamental para entender como raça, classe e território influenciam a percepção de inteligência.
Com mais de 80 características comportamentais relacionadas às Altas Habilidades, o conteúdo oferece um guia prático para mulheres adultas que buscam compreender sua própria superdotação. Além disso, propõe uma reflexão sobre a descolonização dos critérios tradicionais de avaliação, ampliando a compreensão de genialidade e oferecendo suporte a profissionais da educação e psicologia na identificação dessas mulheres.