SINOPSE
Na sociedade contemporânea, marcada pela superficialidade e pelo consumo, a empatia se torna cada vez mais rara, especialmente em relação às pessoas com deficiência. Enfrentando preconceitos e estigmas, essas pessoas buscam se posicionar como protagonistas na construção de um futuro mais inclusivo, seguindo o princípio da ONU: “Nada sobre nós, sem nós”.
A escassez de produções científicas sobre essa temática é alarmante e necessária para combater a invisibilidade e promover o reconhecimento social e acadêmico. Dados do último Censo do IBGE revelam uma preocupante diminuição no número de pessoas com deficiência, evidenciando a exclusão das políticas públicas e a urgência de uma mudança de paradigma.