SINOPSE
Em novembro de 1940, um grupo conservador sugeriu ao rei a implementação de um regime autoritário com características corporativas, frequentemente associado ao Estado Novo de Salazar. Um jornalista do The New York Times, em 1941, expressou preocupações sobre as simpatias católicas em relação ao corporativismo e ao fascismo na América Latina, destacando a admiração pela ditadura portuguesa como um modelo ideal entre padres e leigos.
A análise revela como o Salazarismo e suas instituições políticas influenciaram líderes autoritários em diversas partes do mundo. A obra explora essa conexão por meio de uma abordagem comparativa e transnacional, investigando as referências que moldaram novas propostas políticas.