SINOPSE
A busca por uma sociedade global inclusiva e sustentável, promovida pela Organização das Nações Unidas, não contemplou a liberdade religiosa entre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Essa omissão levanta questões importantes sobre a promoção da paz e da justiça, essenciais para o desenvolvimento humano. A crítica à situação atual visa iniciar um debate relevante sobre a importância da liberdade de crença e expressão da fé.
Ao ignorar a religião como um dos pilares fundamentais, as nações perdem a chance de fomentar um ambiente propício ao florescimento do potencial humano. A reflexão sobre essa lacuna se torna ainda mais urgente à medida que se aproxima o prazo de implementação da Agenda 2030.