SINOPSE
Discussões sobre políticas linguísticas que incluem línguas de sinais são raras, especialmente no contexto da educação superior. A relação de poder da língua portuguesa sobre a Libras pode comprometer os direitos linguísticos dos surdos, levantando questões importantes sobre como e por que isso ocorre. As experiências acumuladas pelos surdos ao longo dos anos oferecem respostas e um novo entendimento sobre essas políticas.
Posicionamentos de professores e alunos surdos em relação às políticas linguísticas universitárias são apresentados, trazendo reflexões que buscam promover mudanças significativas na academia e na inclusão de diferentes linguagens.