SINOPSE
Uma análise provocativa desafia a noção de que um dos maiores escritores brasileiros se encaixa no realismo. A argumentação central revela como a classificação de Machado de Assis como realista é resultado de uma Teoria Literária que prioriza a cronologia das publicações em detrimento do conteúdo. A obra explora a singularidade do autor, que, apesar de ter escrito após românticos renomados, não se limita a nenhuma escola literária.
O texto investiga a luta de críticos e estudiosos para rotular a obra machadiana, revelando a futilidade dessas tentativas. Argumentos contundentes são apresentados para libertar o autor de um rótulo que ele mesmo rejeitaria, tornando a leitura essencial para quem deseja compreender a literatura brasileira e a complexidade de Machado de Assis.