SINOPSE
Reflexões profundas e provocativas emergem de um diário que captura a transição violenta do mundo contemporâneo. Em meio ao isolamento e à pandemia, um autor registra as transformações sociais, políticas, sexuais e ecológicas que moldam nossa realidade, utilizando uma linguagem que mescla ensaio, poesia e autoficção. A proposta de repensar a disforia se torna um convite à reavaliação das normas que regem a subjetividade e a diferença.
Com uma abordagem que desafia binarismos e limites disciplinares, a narrativa instiga a escutar o colapso do velho mundo e a necessidade de um novo entendimento epistemológico. A obra se destaca por sua capacidade de articular teoria e sensibilidade, oferecendo um compromisso com a resistência às formas de dissolução que ameaçam o futuro.