SINOPSE
Um período turbulento assola a fé, com divisões entre clérigos e uma crescente apostasia. A figura da Santíssima Virgem, essencial na obra divina, é esquecida em meio a um falso ecumenismo que se intensificou desde o Concílio Vaticano II. Essa situação gera um temor em reconhecer Maria como Mãe e Medianeira de todas as Graças, criando uma perigosa distância entre ela e seus filhos.
Esse afastamento coloca em risco a conexão com o Divino Filho, o único redentor da humanidade. Maria se revela como a mulher atemporal, sempre presente nas profecias e na vida dos fiéis.