SINOPSE
O surgimento de coletivos urbanos no Brasil representa uma nova forma de participação política, desafiando os meios institucionais tradicionais. Esses grupos se baseiam em uma representação que não depende da autorização dos representados, priorizando a afinidade em vez da territorialidade. A pesquisa investiga a insatisfação dos cidadãos com a eficácia das instituições democráticas, sugerindo que essa insatisfação é um fenômeno reativo que demanda novas abordagens na participação política.
O estudo, fundamentado em métodos qualitativos e uma análise bibliográfica, explora o conceito de liderança horizontal nos coletivos. A investigação busca entender as implicações teóricas e práticas do regime democrático, destacando a necessidade de repensar as formas de representação institucional e a ação coletiva nas Ciências Sociais.