SINOPSE
Durante cinco décadas, o CPDOC enfrentou diversos desafios na produção de seu acervo de entrevistas de história oral. Nos anos 1970, o método ainda era novo no meio acadêmico, gerando críticas e desconfianças. Questões técnicas também surgiram, desde a escolha dos entrevistados até a disponibilização final das gravações, passando por etapas como a preparação do roteiro e o processamento das entrevistas.
Com o passar do tempo, as reflexões sobre a história oral evoluíram e a tecnologia avançou, impactando o uso das entrevistas gravadas. Embora essas mudanças não tenham alterado a essência da interação entre entrevistador e entrevistado, elas apresentaram novos desafios a serem superados.