SINOPSE
Representações caricaturais do povo brasileiro e símbolos de identidade nacional são exploradas em uma análise profunda das revistas satíricas n’O Malho e na Careta, que marcaram a Primeira República. A pesquisa revela como a caricatura contribuiu para o debate político e cultural, refletindo as transformações sociais e a emergência da modernidade nas primeiras décadas do século XX.
Durante o centenário da Independência, o Jeca-Tatu tornou-se um símbolo da crítica à imagem de modernidade que a República buscava projetar. Essa representação, que perpetuou a ideia de um povo passivo e sem instrução, continua a ser um mito que merece revisão nos dias atuais.