SINOPSE
O medo permeia a tomada de decisões no contexto do Direito Administrativo, revelando a complexidade enfrentada por agentes públicos. Questões relacionadas ao risco e à evasão da responsabilização ganham destaque, refletindo um cenário de incertezas e desafios éticos.
Fenômenos como a paralisia decisória e o “apagão das canetas” ilustram as dificuldades que esses profissionais encontram ao atuar em um ambiente repleto de pressões e consequências. A análise dessas dinâmicas é essencial para compreender as implicações na administração pública contemporânea.