SINOPSE
Explorar o lúdico e a essência da infância revela a arte como um fenômeno inaugural e original. O brincar e a criança se entrelaçam em um nódulo emocional que transcende a racionalidade, embora também se insira em reconfigurações teóricas. A busca por compreender esses elementos pode levar à insuficiência das palavras, que muitas vezes falham em capturar a profundidade da experiência infantil.
Viver a infância por meio do brincar, da risada e da imaginação é uma forma de suficiência que vai além da linguagem. É nesse espaço de palavras que se tenta expressar a conexão entre a criança, o brincar e a arte.
