SINOPSE
A figura do criminoso é explorada através da análise de personagens marcantes da literatura e do cinema, que emergiram entre 1997 e 2002. A reflexão é embasada em teorias como biopoder e “dizi-visibilidade”, abordando a busca de grupos minoritários pelo “direito à narrativa”. Quatro personagens emblemáticos, conhecidos por suas histórias impactantes, são discutidos, revelando como suas representações desafiam ou reforçam estereótipos associados ao crime.
Essas reflexões se entrelaçam com diversas produções culturais, incluindo músicas e textos de mídias sociais, oferecendo uma visão abrangente sobre a construção desses personagens e suas implicações no imaginário coletivo brasileiro.




