SINOPSE
Em um período de crise democrática no Brasil, a análise da dramaturgia de matriz comunista durante a ditadura militar se torna essencial. A pesquisa explora as obras e debates culturais que moldaram esse cenário, conectando o engajamento dos anos 1950 e 1960 à nova “dramaturgia de avaliação” dos anos 1970, que buscou ressignificar as derrotas enfrentadas sob repressão.
Esse percurso revela como o teatro se transformou em uma ferramenta de resistência, reinventando práticas artísticas e políticas, e oferecendo novos horizontes de esperança em tempos de arbítrio. Uma reflexão necessária sobre arte e engajamento social.
