SINOPSE
A relação entre humanos e animais tem sido marcada por uma exploração intensa ao longo da história. Desde a década de 70, movimentos civis emergem para defender os direitos dos animais sencientes, aqueles que experimentam dor e sofrimento. Esses defensores buscam reavaliar as bases éticas e morais que sustentam a interação entre espécies, questionando se é aceitável infligir dor a seres capazes de sentir.
O debate gira em torno da possibilidade de um futuro em que os direitos dos animais sencientes sejam respeitados, garantindo-lhes a proteção contra sofrimento, aprisionamento e morte. Questões sobre o papel do Direito nesse contexto e as mudanças já ocorridas nas relações entre humanos e não-humanos são fundamentais para essa discussão.