SINOPSE
Quatro ensaios exploram a conexão entre o fim do Renascimento e a crise da humanidade nos séculos seguintes, propondo a ideia de uma nova “Idade Média”. Esse período é marcado por um retorno ao sobrenatural e à religiosidade, embora sob uma perspectiva sombria. O socialismo é visto como o clímax da história moderna, emergindo do liberalismo do século XIX, com a Rússia desempenhando um papel crucial nesse cenário.
No último ensaio, são analisadas três formas de governo — socialismo, democracia e teocracia — revelando como cada uma contém elementos da anterior. Um apêndice adicional discute o conceito de “espírito burguês”, caracterizando-o como uma orientação espiritual e uma forma específica de autoconsciência.
