SINOPSE
Uma análise profunda revela a complexa relação entre a China e o Tibete, destacando a crescente popularidade do budismo tibetano no Ocidente desde a década de 1980. No Brasil, diversos grupos se dedicam a essa prática, enquanto a figura do dalai-lama se torna um símbolo de paz e diálogo, interagindo com líderes de diferentes esferas.
Apesar de seus esforços para promover a harmonia e resolver conflitos, a situação no Tibete se agrava, com manifestações e atos de desespero entre monges e leigos. A luta por direitos humanos nessa região é uma questão que ressoa globalmente.
