SINOPSE
Reflexões profundas emergem da convivência diária com migrantes e refugiados de diversas origens, como África, Ásia e Leste Europeu. A autora explora as complexidades dessa coabitação, questionando as formas de engajamento na busca por uma vida comum que una diferentes realidades.
As intersecções entre literatura, poesia, filosofia e ciências sociais são exploradas, revelando a importância de um “nós” que se reinventa constantemente. A obra convida à reflexão sobre a construção de um futuro compartilhado e as responsabilidades que isso implica.
