SINOPSE
Uma pesquisa inovadora investiga a organização espacial de alunos cegos em uma escola especial, revelando como esses educandos utilizam estratégias diversas para representar seu cotidiano. Por meio de desenhos, maquetes e narrativas, eles expressam suas percepções do espaço, explorando objetos com base no eixo de simetria do corpo e utilizando distâncias funcionais para medir espaçamentos e dimensões.
O estudo também destaca a relevância das relações sociais no desenvolvimento motor e cognitivo das crianças, abordando a interação entre a organização do espaço e as conexões sociais que influenciam suas representações. Uma análise sob a perspectiva histórico-cultural enriquece a compreensão desse fenômeno.




