SINOPSE
Frente aos desafios contemporâneos, a obra nos conecta com memórias ancestrais, revelando a cosmovisão de sociedades que veneravam uma Mãe Primordial. Durante 30.000 anos, esses povos cultivaram uma vida comunitária em harmonia com a Terra, considerada sagrada e feminina. No entanto, essa perspectiva foi distorcida, impactando a humanidade e todos os seres que habitam o planeta.
Reflexões profundas nos convidam a reconhecer as amarras simbólicas que adoecem nosso ser. A transformação é possível ao reposicionar a mulher como um ser sagrado, despertando em todos nós a dimensão ontológica do sagrado feminino e revitalizando nossos sentidos existenciais.




