SINOPSE
O protestantismo brasileiro, embora jovem em comparação com suas raízes europeias, apresenta características únicas. Nas últimas duas décadas, o crescimento dos evangélicos trouxe à tona questões cruciais sobre seu impacto social e econômico. A concentração das igrejas em suas comunidades levanta dúvidas sobre a disseminação das boas-novas de salvação e a promoção da justiça social.
Com uma análise profunda dessa realidade, um plano de trabalho é apresentado, visando reposicionar a liderança e a igreja evangélica nos princípios cristocêntricos. Essa abordagem busca integrar a missão divina no cotidiano das comunidades.
