SINOPSE
A imigração no Brasil, até os anos 1930, era vista como essencial para suprir a demanda por mão de obra e povoar o vasto território. Contudo, com o fim da Segunda Guerra Mundial, a política migratória passou a se alinhar com tendências restritivas, inspiradas nos Estados Unidos, que buscavam limitar a entrada de estrangeiros, especialmente idosos e deficientes, sob a justificativa de promover a “eugenia” e a saúde da população.
Esse novo enfoque resultou em um sistema autoritário, repleto de preconceitos étnicos, religiosos e culturais, onde alguns funcionários se tornaram verdadeiros “porteiros do país”. A pesquisa meticulosa revela os aspectos sombrios da era Vargas e a natureza do Estado Novo no Brasil.
