SINOPSE
Imagens atuam como intermediárias entre o ser humano e a realidade, revelando a complexidade da percepção. Embora tenham a intenção de representar o mundo, elas podem se tornar barreiras, distorcendo a relação entre o homem e seu entorno. A dependência excessiva das imagens transforma a experiência do mundo em uma mera coleção de cenas, levando a uma idolatria das representações visuais.
Essa reflexão provoca uma reavaliação do papel das imagens na vida contemporânea, questionando como elas moldam nossa compreensão e interação com a realidade. A busca por uma nova filosofia da fotografia se torna essencial nesse contexto.
