SINOPSE
Agir em busca do próprio interesse pode coexistir com o respeito genuíno pelo outro. A ideia de que o egoísmo leva a um conflito geral é questionada, ao se explorar como a ética do interesse individual se justifica nas interações sociais. A defesa de uma ação moral voltada para o interesse próprio é apresentada, sem que isso implique em ações predatórias que causem danos aos demais.
A análise inclui reflexões sobre pensadores como Henry Sidgwick e contemporâneos que desafiam a visão negativa do egoísmo. A discussão abrange as críticas ao egoísmo racional, destacando a interdependência social e a importância da racionalidade na ampliação do interesse próprio, propondo uma versão mais equilibrada dessa filosofia ética.
