SINOPSE
Reflexões sobre a Educação Escolar Indígena em Manaus revelam a situação sociolinguística dos falantes do Nheengatu, focando em uma escola da comunidade Pisasú Sarusawa, da etnia Baré. A análise investiga se as práticas educacionais fortalecem a língua indígena, utilizando metodologias quali-quantitativas, pesquisa de campo e estudo descritivo.
Entre 128 informantes, a pesquisa mostra que apenas 25 falantes acima de 40 anos dominam fluentemente o Nheengatu, enquanto os mais jovens apresentam dificuldades. A descontinuidade na transmissão da língua é evidente, com um aumento no uso do português, mas esforços de revitalização estão em andamento na comunidade.
