SINOPSE
O cenário político e econômico atual levanta questões sobre o funcionamento do presidencialismo de coalizão no Brasil. Através de uma metodologia inovadora, são analisados os custos desse sistema, utilizando um vasto conjunto de dados sobre doações de campanhas, tramitação de projetos e atuação parlamentar, contextualizados por fragmentos de delações premiadas e depoimentos da Operação Lava Jato.
A concentração do financiamento eleitoral em grandes doadores, que operam com uma lógica empresarial, é explorada, revelando como isso impacta as decisões dos eleitos. Alternativas para reduzir os custos das eleições e combater práticas como o “caixa dois” são apresentadas, contribuindo para o debate sobre a influência econômica na democracia.
