SINOPSE
Na busca incessante por liberdade, um menino persegue uma borboleta, símbolo da fragilidade e da efemeridade da vida. A borboleta, ciente de sua vulnerabilidade, voa de flor em flor, evitando a captura e representando a resistência diante da inevitabilidade da morte. Essa dinâmica entre o menino e a borboleta transcende o tempo e o espaço, revelando uma experiência vital que se conecta com a essência da infância.
A relação entre eles se torna uma metáfora para a filosofia, onde a busca pelo conhecimento e pela verdade se assemelha a um encontro fugaz e desafiador. Assim, a infância emerge como um campo de possibilidades, onde a liberdade e a curiosidade se entrelaçam em uma dança eterna.
