SINOPSE
Mesmo em situações de vulnerabilidade, crianças e adolescentes podem encontrar formas de resistir ao abuso. A análise das experiências individuais revela que cada sujeito, com sua construção subjetiva, desenvolve respostas variadas à vitimização. A pesquisa explora a complexidade das histórias de vida, identificando padrões atitudinais, corporais e relacionais que evidenciam uma genealogia da resistência.
Sete níveis distintos foram mapeados, cada um com sua denominação e organização, contribuindo para um entendimento mais profundo da questão da violência na infância e adolescência. O trabalho traz uma perspectiva inovadora e socialmente relevante, enriquecendo os campos científicos e técnico-políticos envolvidos.




