SINOPSE
O aumento significativo de operações de reestruturação empresarial, especialmente fusões e aquisições, levanta questões intrigantes sobre suas reais motivações. Embora essas transações sejam frequentemente justificadas por expectativas de sinergias econômicas, muitos estudos indicam que, em vez de criar valor, elas podem, em alguns casos, destruí-lo de forma irreversível.
Esse paradoxo provoca reflexões sobre o uso contínuo desses instrumentos por gestores. A investigação se concentra em determinar se algumas operações são impulsionadas por motivações fiscais, questionando a eficácia dos mecanismos jurídicos disponíveis para prevenir abusos nesse contexto.




