SINOPSE
Reflexões sobre a relação entre trabalho e submissão revelam a complexidade da dependência econômica e a influência da autoridade patronal. Questões psicanalíticas, como a manipulação da ansiedade e o controle hierárquico, oferecem uma nova perspectiva sobre a obediência do trabalhador, que se vê preso em um ciclo de servidão. A infância, como símbolo de servidão, aponta para a luta pela liberdade que nunca se concretiza plenamente.
Na Modernidade, o contrato de trabalho emerge como um reflexo da impossibilidade de escolha, onde a necessidade se transforma em um reconhecimento silencioso da submissão. A análise das razões por trás dessa dinâmica revela as intricadas relações de poder e a busca por autonomia em um sistema que frequentemente a nega.
