SINOPSE
Diretrizes recentes sobre a proteção de crianças e adolescentes enfatizam que o acolhimento deve ser uma medida provisória, visando a reintegração familiar ou a adoção. No entanto, muitos adolescentes permanecem em abrigos, gerando questionamentos sobre os afetos que se desenvolvem nesse contexto. Como esses jovens lidam com a falta de perspectiva e a avaliação constante de suas situações?
Este estudo investiga a autonomia e a resistência desses adolescentes, além dos desafios enfrentados por profissionais que atuam nesse campo. A pesquisa, realizada em unidades de acolhimento em São Paulo, oferece uma análise profunda das dinâmicas emocionais e sociais que permeiam a experiência de viver em abrigo.
