SINOPSE
Utilizando a sociologia marxista crítica, a análise propõe uma leitura inovadora da história social do Brasil, abordando a transição do populismo fordista para o lulismo hegemônico. O conceito de “precariado” é central, destacando a precariedade como parte do processo de mercantilização do trabalho e sua relação intrínseca com a classe trabalhadora.
O autor investiga a despolitização da classe trabalhadora sob o governo petista, refletindo sobre o mito da superação da crise através do consumo popular. Com um diálogo rico entre pensadores contemporâneos, a obra apresenta uma reflexão engajada sobre as dinâmicas históricas e a precarização em curso.




