SINOPSE
Os ensaios reunidos exploram a gênese e o significado da ideologia da competência, analisando sua evolução desde a regulação fordista até o neoliberalismo. Através da investigação de instituições como a universidade e a indústria cultural, revela-se como essa ideologia, adaptada à estrutura hierárquica da sociedade brasileira, justifica e perpetua a estrutura social existente, sem promover transformações significativas.
A análise crítica da indústria cultural revela a formação de sujeitos narcisistas, incapazes de exercer uma cidadania democrática. A programação televisiva condiciona a avaliação do público a critérios privados, enquanto a “sociedade do conhecimento” esconde um controle disfarçado que limita a liberdade individual.
