SINOPSE
O trabalho analisa os critérios que permitem ao tribunal validar a prova de estados subjetivos, que são internos e não perceptíveis por terceiros. A abordagem foca na complexidade da prova de intenções, emoções e representações, destacando as particularidades que essa interioridade traz ao regime de alegação e prova.
Aspectos como fundamentação da sentença, litispendência, caso julgado e recursos são discutidos, evidenciando as distinções desses estados subjetivos em relação a outros fatos que são objeto de prova no processo judicial.
