SINOPSE
A análise da governança de sociedades anônimas nos sistemas jurídicos lusófonos revela a influência da língua na convergência de soluções. Especialistas de sete jurisdições, incluindo Angola, Brasil, Cabo Verde, Macau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, exploram temas comuns que permeiam essas realidades.
Os traços essenciais das sociedades anônimas, os modelos de governança e os regimes jurídicos dos acionistas, administração e fiscalização são examinados em profundidade, proporcionando uma visão abrangente sobre as particularidades e semelhanças entre os diferentes contextos lusófonos.
