SINOPSE
No cenário contemporâneo, a lógica do excesso levanta questões sobre o futuro do capitalismo cultural. A discussão gira em torno da uniformização ocidental versus a reinvenção das diferenças, especialmente após a queda do Muro de Berlim. O debate sobre globalização se intensifica, refletindo tanto a perspectiva do fim da história quanto a do choque de civilizações.
Questões como arte-negócio, marcas, cinema e alta cultura são exploradas, oferecendo uma análise profunda e divergente. Dois pontos de vista se confrontam, proporcionando uma rica reflexão sobre as complexidades do mundo globalizado.
