SINOPSE
Uma análise profunda da campanha digital de 2014 revela um laboratório de estratégias que culminariam na vitória de um candidato em 2018. O crescimento de canais como TV Revolta no Facebook trouxe à tona um alinhamento entre atores que disseminavam informações com um forte viés de direita, antes ignorado pela mídia tradicional. A inquietação em torno desse fenômeno questiona como iniciativas anônimas atraíram milhões, desafiando a narrativa política vigente.
As descobertas sobre redes de campanha apócrifa mostram a produção de conteúdo gerado por usuários e comitês eleitorais, criando um ambiente digital propício para a propagação de ideias conservadoras. Em um contexto onde figuras antes marginalizadas começaram a ganhar destaque, a investigação revela como táticas de 2014 foram repetidas e ampliadas, influenciando eventos políticos subsequentes de maneira significativa.
