SINOPSE
Meses se passaram desde a perda, e as memórias permanecem vívidas, como o silêncio compartilhado em um carro, onde a ansiedade se manifestava em pés suados e mãos frias. A dor é uma constante, uma lembrança de que a vida continua, mesmo que marcada por feridas profundas. Perguntas sobre o fim da dor ecoam, mas a aceitação da culpa é um passo necessário, reconhecendo que os sonhos e esperanças não eram apenas ilusões.
A responsabilidade é compartilhada, e a verdade é inegável: a conexão foi real. Mesmo diante da negação, a participação do outro na construção desses momentos não pode ser ignorada. A luta interna entre aceitar a dor e buscar a cura se torna um reflexo da complexidade das relações humanas.
