SINOPSE
O suicídio de uma figura proeminente em 1954 marca o início de uma narrativa singular sobre uma confraria secreta dedicada ao ato extremo de se ajudar mutuamente a morrer. A trama entrelaça reflexões políticas e filosóficas, explorando os labirintos do narcisismo e do pedantismo, enquanto apresenta um retrato contundente da desconstrução de mitos.
Com um tom irônico e provocador, a narrativa desafia o leitor a refletir sobre a vida e a morte, sem recorrer a elementos típicos da ficção científica, mas mantendo um clima de surrealismo que instiga a imaginação.
